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Equações volumétricas

Planejamento do inventário amostral

  • Potencical Madeireiro ou Não-Madeireiro (Viabilidade Econômica)
    • dap > ou = 10cm
    • regeneração
    • estrutura da vegetação (frequência, dominância, composição florística)
  • Estrutura da vegetação PMFS – Plano de Manejo, mapas, macrozoneamento, se está tudo regular, propriedade
    • O órgão ambiental avalia até ficar redondinho, sempre atendendo a que os analistas pedem
    • O momento que você tem autorização
    • Microzoneamento
    • Seleção das árvores para manejo
    • Volumetria do primeiro ano, fator de forma 0,7
      • V = g.hc.ff
    • POA 1 – pro órgão ambiental para pegar o AUTEX (autorização para exploração)
      • explorar
    • Relatório pós-exploratório:
      • árvores abatidas
      • volume efetivo
        • Cubagem rigorosa
        • SMALIAN
          • Vsmalian.= (g1 + g2)/2 x L. (A MAIS USADA)
    • HUBER e NEWTON (precisa do centro, não usa tanto)
    • Segundo ano em diante
      • inventário 100% ou censo dap > ou igual a 40cm
      • elaboração de equação volume com dados de cubagem (romaneio)
      • seleção de árvores

Qual o número de árvores deverão ser cubadas

MÉTRICAS

Avaliar o modelo usado

  • Como você tem diversas naturezas matemáticas, precisamos buscar o modelo que mais se ajuste aos dados
  • Por exemplo, vou usar uma volumetria de simples (considerando dap) ou dupla entrada (considerando dap e hc)?

COEFICIENTE DE DETERMINAÇÃO R2, deve ser ALTO

  • representa o percentual de variação da variável dependente que está sendo explicado pelas variáveis independentes
  • o R2 vai dizer o quanto aquele modelo conseguiu explicar aquele volume que ele explicou, gerando um resultado de 0 a 1, e quanto mais próximo de 1 ele conseguiu te dar uma explicação melhor daquele volume.
  • Ver formulas no slide * r2 % = (SQ regressão / SQ total) x 100
    • ou R2 ajustado % para quando vai usar diversos modelos com parâmetros diferentes, tipo volume por simples ou dupla entrada
    • r2 aj% = (1 – SQ resíduo / SQ total) x 100

ERRO PADRÃO DA ESTIMATIVA – Sy.x %, DEVE SER BAIXO

  • Também chamado de ERRRO PADRÃO RESIDUAL, mede a dispersão média (a distância entre o ponto e a linha da equação do modelo) entre os valores observados e estimados ao longo da linha da regressão
  • Menos valores no valor desta estatística indicam melhores ajustes.
  • Sy.x = +- raiz QM resíduo
  • Sy.x % = (Sy.x/ y-media) x 100

VALOR DE F, produto final da análise de variância (ou muda as variáveis ou a quantidade do n),

  • É avaliado por meio de testes de hipóteses, geralmente o teste t.
    • 95% de significância
    • p < 0,05
  • É uma ferramenta formal e rigorosa para testar h1 : Beta k DIFERENTE de 0, com base nas evidências amostrais
  • Quando H0 não é rejeitada, o parâmetro pode ser desconsiderado do modelo, por não ser estatisticamente diferente de zero.
  • Quando os parâmetros BETA da REGRESSÃO náo forem significativos, não se avaliam as métricas

CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DE AKAIKE (AIC) – tem algo parecido com o F mas não é o F, deve ser BAIXO

  • é uma métrica que avalia a qualidade do modelo estatístico levando em consideração a simplicidade.
  • Ele fornece uma maneira de comparar e selecionar modelos, onde valores menores de AIC indicam qualidade e simplicidade
  • AIC menor melhor que AIC maior
    • AIC = 2k + n.ln (SQresiduos / n)

ANÁLISE GRÁFICA DOS RESÍDUOS (ver no PDF da AULA)

  • só com uma pequena variação da linha REGRESSORA é satisfatório
  • funil ainda dá pra ajustar
  • arco duplo não aceitável no modelo linear
  • não-linear

HISTOGRAMA DOS RESÍDUOS (VER no PDF da AULA)

  • uma ferramenta essencial na análise de regressão linear. Ele nos permite examinar a distribuição dos resíduos (ou erros) em relação aos valores ajustados pelo modelo

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