Kiki de Montparnasse
Um banho turco inspirou Ingres em 1862… [foim-foim do violino!]
Ingres inspirou Man Ray 50 anos depois… [foim-foim do violino!]
As notas fizeram sentido ao ver Kiki … [foim-foim do violino!]
Kiki dançou pra muita gente e amava Man Ray … [foim-foim do violino!]
Man Ray era de Kiki mas diz que não amava ninguém. … [foim-foim do violino!]
Ah, pequena Alice, Alice Prin, Aliki, nossa Kiki de Montparnasse. Curiouser and curiouser? Vamos acompanhar sua infância pobre no interior à vida agitada e boemia na capital francesa.

Uma delícia conhecer Paris nos anos 20 através das reviravoltas e caprichos da modelo, dançarina, atriz e pintora Kiki. De corpo roliço e nariz de verdade –daqueles para marcar gerações–, Kiki foi modelo para pintores e artistas no período entreguerra. Paris, a cama para o surrealismo, cubismo, dadaísmo. Kiki, a musa de L’Ecole de Paris. Olhos para Maurice Mendjizki, jeitos para Amedeo Modigliani, pose para Fujita Tsuguharu, violino e amor para Man Ray. Kiki para os dadas Tristan Tzara, Francis Picabia e também para os surrealistas Louis Aragon, André Breton, Paul Éluard, Moïse Kisling, Max Ernst e Philippe Soupault. Kiki e Paris.
Ao amor, à liberdade e à arte.
Quer mais?
Autor: Catie & Bocquet
Tradutor: Tatiana Salem Levy
Galera Record, 2010 – (c) Casterman, 2008
Páginas: 416
Quanto: R$46





ah! eu adorei esse post inspirado! adorei como escreveu! adorei imaginar vc falando tudo isso!
saludos desde londres,
com carinho,
ju
ah! ah! que lyndo!
eu não tinha vindo aqui ainda =)
kiki, kiki!
que mulher, heim?
espero que ela tenha sido muito feliz!
não vejo a hora de ler!
um beijo de romã na minha estrelinha preferida,
teluv.toujours, m.
ah! ah! eu tinha que voltar aqui depois de ler ‘kiki’
fui fisgada pela leitura, ávida por devorar as páginas
alegre como uma criança ao descobrir ‘les années folles’
uau! o que deve ter sido aquela efervescência.
me pegaram de surpresa, me envolveram,
fiquei tão encantada que agora quero saber mais e mais
sobre todo esse período, seus artistas
a loucura, a boemia, a vida liberta e vivida repletamente em cada gota.
pra ter um gostinho, L’Étoile de mer (1928):
http://www.ubu.com/film/ray_mer.html
estrelinha, merci por deitar em minhas mãos
tão deliciosa história.
nos desenhos, nas linhas e nas palavras
viajei, voei e sonhei.
teluv, m.
que achado, mikolita! <3
kiki
o tempo
a palavra
a estrela do mar
as músicas
obrigada, querida, por compartilhar!
teluv.toujours, p.
=^.6= o gato pirata tb gostou!
até daqui a pouco!
beijos minha fofa