A busca, o caminho e o cagueta

Li o artigo de J.J. Abrams na Wired de maio durante o café na padaria. Vale ler, é sobre “a mágica do mistério”. É bem escrito, inteligente, engraçado. Enfim, depois, no caminho de casa, fiquei pensando sobre os momentos de descoberta e transformação que temos ‘com aquilo que não tem google, nem nunca terá’: amar, a experiência pessoal ao ler, escrever, (re)começar e explorar sabores; em perder países, mergulhar só para desafogar mais na frente. Você pára, contempla, diminui o ritmo, fica alegre pelo fato de se surpreender. É o caminho de toda pequena transformação, de qualquer conquista. O final tanto faz, desde o começo. Morreremos todos, haja céu ou cloud.

Mistério mesmo é como a gente faz bons encontros sem ao menos estar na mesma sala. E como a gente às vezes medita sobre as mesmas coisas.
Lembra do poema do caminho? Caminhante, não há caminho…
acho que o poeta já resolveu a questão. Ou não.
amor
Paty,
Olha o que eu achei, espero que te traga boas lembranças:
http://web.archive.org/web/20020215222652/http://www.violetway.com.br/
Beijos.
hihi! como você achou isso?! adorei! obrigada, adri!
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Beijos!
Nunca perder a capacidade de se surpreender… Bonita de doer essa reflexão. Saudades, minha amiga, que orgulho ter alguém como você para conversar.
é o phillipe petit? o.O