Amor
Você observa o mundo, com seu repertório e vastidão. E pensa, agita, medita. E deseja, sonha, ama intensamente, gosta de prazer na vida. Inventa. “Isso me faz tão bem. Você gosta de fazer isso comigo?”, pergunta, em silêncio. Respondo, ainda sem falar, com o dobro de contentamento. “Meu amor, como gosto!”. E depois você sofre, tem raiva, sente dor. Explode e deixa chorar. Rega sua força. Germina. “Eu também sou assim, sou completo”. “Te amo”, danço sua música. Do lado de cá, percebo o mundo, com meu repertório e vestidão:)!! E sonho, amo, reflito. E sofro, sinto raiva, dor. E faço tantas tolices e falo cada bobagem. Implodo. Mergulho. Renasço. “Meu avesso descoberto, completa, mas infinita”. Você, em silêncio, dá um passo e me abraça. Deixo casar seu calor com o meu. Pulso. Pulsa. Movimento.
- Vamos passear no nosso desenho, misturar mais cor, crescer a tela?
- Sempre!
O que é o contentamento de uma pessoa? Como posso fazer uma pessoa feliz? O que me faz feliz? Por que quero te fazer feliz?


Uma reflexao que surgiu a partir da leitura do livro “Vivendo em Paz”, do monge vietnamita Thich Nhat Nahn.
UHU! Também quero recontar este livro, já te disse?
Valeu, pequena.
bjs
Pati!!
Que saudade grande!!
Fiquei muito interessada nesse livro, mesmo.
Como você está?
beijo grande
Thá
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