Além do frio, isso é science fiction

Maman prepara um fabuloso almoço francês de mil pratos para nosso Thanksgiving. Receberemos a australiana Lynne, uma pré-histórica ex-tenista de idade desconhecida e sua amiga Pat, essa de 92 anos. Lynne gosta de contar histórias da vida extremamente elegante e gente absurdamente besta. Eu gosto de imitar Lynne depois e antes dos nossos encontros. Imito pombos, ronronando como pombos que cagam em sua grama verde. Isso porque depois de aposentada do tênis internacional, Lynne passou a ser uma pesquisadora de aves e quando acaba o assunto, ela gosta de imitar os sons das mais diversas criaturas como se fosse um gravador portátil. Adivinha que ave é essa?

Chegamos ontem à noite, depois de ler uma semana sobre a guerra na África, ouvir sobre os atentados na Índia, querida Índia, e ler sobre a catástrofe da natureza no sul do Brasil. Uns agem por Deus, outros tentam entender o castigo divino.

Estou no meio da ponte, essa vida, e todos gritam verdades aqui e ali.

– resolvi publicar outro post private. Reli e achei engraçado. Sorry, Lynne. Já me arrependi da piada, depois eu tiro do ar. Eu gosto de você, principalmente da sua gaivota que ri.



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